
TI Trincheira Bacajá
Terra Indígena na bacia do Xingu, no Pará, cortada pelo Rio Bacajá. A maioria das aldeias fica às suas margens.
Fontes: Anexo 1 do projeto Restaura Amazônia e Panorama da Associação (2026).
Floresta de pé, bordas ameaçadas
O interior da Terra Indígena está preservado. A pressão vem do entorno: desmatamento, invasões de madeireiros no passado, garimpo ilegal, grilagem nas bordas e os efeitos de grandes obras.
A Usina de Belo Monte mudou o regime do rio. Os Xikrin dizem que “o rio Xingu segura o rio Bacajá”: quando o Xingu enche, o Bacajá fica cheio; quando seca, o Bacajá baixa junto. No trecho de vazão reduzida do Xingu, as cheias caíram de 80 para 9 dias por ano, e as secas extremas passaram de 45 para 104 dias (Revista Pesquisa FAPESP).
Da floresta vêm a castanha-do-pará, o babaçu, o cacau, o açaí, o cumaru, a andiroba, a copaíba e muitos outros recursos que sustentam as famílias.

16 aldeias, uma rede
Página em construção. Em breve, cada uma das 16 aldeias da Associação terá aqui seu nome, localização e fotos.
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