
Da floresta, com cuidado
O que a TI Trincheira-Bacajá produz, colhido e feito pelas próprias comunidades.
O que a floresta oferece
Artesãos e conhecedores Xikrin coletam os recursos da floresta para a alimentação, a medicina tradicional, a música, a pintura do corpo e a produção de artefatos. A Associação coordena a comercialização coletiva da castanha-do-pará, com o paiol da aldeia Krãnh, e fortalece as cadeias do cacau e do babaçu, para que a renda chegue às famílias sem atravessador.
- Cipó timbó
- Inajá
- Copaíba
- Jenipapo
- Tuturubá
- Pau-preto
- Urucum
- Marfim
- Bambu
- Castanha
- Açaí
- Cacau do mato
- Ingá
- Banana
- Palmito
- Cipó titica
- Coco de babaçu
- Jatobá
- Cajá
- Mel
- Cipó kupá
- Pequi
- Cumaru
- Sapucaia
- Embaúba
- Tatajuba
- Frutão
- Bacaba
- Andiroba
Feito pelas mulheres Xikrin
As menire, as mulheres Xikrin, aprendem o grafismo desde meprire, a infância: treinam em bonecas de barro e, na adolescência, pintam umas às outras. O grafismo é milenar; a pintura em tecido é mais recente.
Cerca de 69 artesãs produzem biojoias, telas pintadas e peças utilitárias com sementes e fibras do território, como tento, jarina, tucumã e paxiúba, e miçangas. A Escola Livre Menires Xikrin é certificada pelo Ministério da Cultura, e a Associação tem uma Coordenação das Menires, presidida por Irei Xikrin.
Em breve
Castanha, babaçu, cacau e o artesanato das menire vão poder ser comprados aqui, com a renda indo direto para as aldeias.
