
Belo Monte e PBA-CI
Desde os anos 1970, o povo Xikrin enfrenta grandes obras no Médio Xingu. A Associação acompanha e coexecuta as compensações da Usina Belo Monte, que mudou o regime do Rio Bacajá.
Conheça o projeto Belo Monte e PBA-CI
Jovens de cinco aldeias capacitados para registrar os peixes e acompanhar as mudanças no Rio Bacajá depois de Belo Monte.
Para acompanhar os impactos da Usina Belo Monte no Rio Bacajá, a Berê coexecuta as etapas de monitoramento do pescado nas aldeias associadas.
Jovens das aldeias Krãnh, Prindjãm, Kabakrô, Kameredjãm e Kenoro foram capacitados em ecologia e coleta de dados sobre a vida aquática. Cada um recebeu um kit com balança, pranchetas e fitas para medir e anotar os peixes pescados pelas comunidades.
Os primeiros registros servem para testar o aprendizado. O objetivo é que os próprios Xikrin acompanhem, com dados, as mudanças no Rio Bacajá.

Desde os anos 1970, o povo Xikrin enfrenta grandes obras no Médio Xingu. A Associação acompanha e coexecuta as compensações da Usina Belo Monte, que mudou o regime do Rio Bacajá.
Conheça o projeto Belo Monte e PBA-CI
Projeto proposto e liderado pela Associação: restauração com sistemas agroflorestais, cadeias do cacau, da castanha, do babaçu e do artesanato das menire, brigadas e Agentes Ambientais Xikrin, e cuidado com a água das aldeias.
Conheça o projeto Restaura Amazônia
A construção da Ngàb, a casa do guerreiro, espaço político onde cada aldeia toma suas decisões e aprende com os Kubengêt.
Conheça o projeto Casa do Guerreiro