O kukradjà é o modo de ser e de viver Xikrin. Nas palavras do PGTA do povo: “nossas ideias sobre o mundo, nossos atos, nossa sociedade, nossa organização política, nossa saúde, tudo faz parte do kukradjà e a floresta faz parte disso tudo também”.

Ngàb, a Casa do Guerreiro
No centro da aldeia fica a Ngàb, a casa do guerreiro: o espaço político onde cada aldeia toma suas decisões. É lá que acontecem reuniões, festas e rituais, e onde os mais novos aprendem com os Kubengêt sobre costumes, histórias, músicas, danças e pinturas.
Projeto Casa do Guerreiro
Rituais e calendário
O ano Xikrin tem seus tempos: períodos de caça e pesca coletivas, de produção de artefatos, de ritos e rituais. Os rituais reúnem as aldeias e garantem que os saberes passem de uma geração para a outra.
Projeto Rituais Tradicionais
Menire e o grafismo
As menire, as mulheres Xikrin, aprendem o grafismo desde meprire, a infância: treinam em bonecas de barro e, na adolescência, pintam umas às outras. O grafismo é milenar; a pintura em tecido é mais recente. Cerca de 69 artesãs produzem biojoias, telas pintadas e peças com sementes e fibras do território. A Escola Livre Menires Xikrin é certificada pelo Ministério da Cultura.
Artesanato das menire
Kubengêt e as histórias
Os Kubengêt são os anciãos, “aqueles que sabem de verdade”. O conselho de anciãos e caciques é a instância máxima de decisão coletiva. Num povo jovem, em que os anciãos são menos de 3% das pessoas nas aldeias da Associação, a Berê os reconhece como Patrimônio Vivo.
Página em construção. Em breve, mais sobre pinturas corporais, língua mẽbêngôkre, caça, pesca e coleta e comida e roça.
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